Meu nome é Anna Clara, sou psicóloga formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em Psicologia Clínica Institucional pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Atuo com atendimentos psicológicos individuais, orientados pela psicanálise, oferecendo um espaço de escuta e elaboração para questões subjetivas diversas.

Ao longo da minha trajetória profissional, atuei em contextos variados, realizando atendimentos clínicos individuais e atuando em instituições de saúde, como hospitais e serviços da rede de atenção psicossocial. Tenho experiência com temáticas como gênero, maternidade, saúde mental e envelhecimento, sempre com um olhar atento às singularidades e atravessamentos sociopolíticos de cada pessoa.

Busco, em minha prática, criar um espaço de escuta sensível e comprometida com a ética da psicanálise, no qual seja possível elaborar conflitos, promover o cuidado e sustentar processos de transformação
subjetiva.

QUEM SOU

Anna Clara Guedes Figueiredo

Ao longo desse tempo, desde a formação e no percurso profissional, estou em contato com o campo da saúde mental, através da atuação na rede de atenção psicossocial, em diferentes serviços de saúde. Nesse contexto, sigo diante do cuidado de pessoas que atravessavam graves quadros de adoecimento psíquico, e venho construindo, junto a elas, saídas para singulares para o sofrimento.

Nesse trajeto, escutei pessoas de todas as idades — crianças, adolescentes, adultos e idosos —, em ambulatórios voltados para o trabalho especializado com crianças e idosos. Assim, me deparei com os desafios próprios de cada etapa da vida, bem como com suas potências e possibilidades.

É a partir desse percurso que sustento minha prática clínica, apostando na escuta das singularidades e na construção compartilhada de caminhos possíveis diante do sofrimento.

atuação e formação clínica

Percurso

A partir dos diferentes espaços pelos quais transitei durante minha formação e meu percurso profissional, pude acompanhar histórias de pessoas muito diversas entre si.

Ainda na universidade, em um ambulatório especializado, tive a oportunidade de escutar mulheres e suas questões relacionadas às diversas expressões da violência de gênero, buscando tecer, junto a elas, formas de resistência e cuidado diante do sofrimento produzido por essas experiências.

Mais adiante, movida por esse encontro, atuei como residente em um núcleo perinatal, onde escutei gestantes, parturientes e mães, participando do intenso trabalho subjetivo que atravessam em um momento tão sensível da vida.